Gestão Estratégica do Capital Humano:

Pessoas, Processos, Performance e Propósito.

As empresas que têm mais propensão a serem bem-sucedidas são as empresas onde todas as equipes trabalham para alcançarem os mesmos objetivos. O RH Estratégico realiza a análise dos colaboradores e determina as ações necessárias para aumentar seu valor para a empresa. O Gerenciamento Estratégico de Recursos Humanos também usa os resultados dessa análise para desenvolver técnicas de RH para lidar com as dificuldades dos funcionários: Pessoas, Processos, Performance e Propósito.

A Gestão Estratégica do Capital Humano é fundamental para a retenção e desenvolvimento de pessoal de qualidade. É provável que os funcionários se sintam valorizados e queiram permanecer em uma empresa que valoriza a retenção e o engajamento dos funcionários.

A Gestão Estratégica do Capital Humano aumenta a satisfação no trabalho, melhora a cultura de trabalho, traz melhores índices de satisfação do cliente, faz uma gestão mais eficiente de recursos, cria uma abordagem mais proativa na gestão de funcionários, e, consequentemente, aumenta a produtividade.

A Gestão Estratégica do Capital Humano é a conexão entre os Recursos Humanos de uma empresa e suas estratégias, objetivos e metas: cria inovação de flexibilidade avançada e vantagem competitiva, desenvolve uma cultura organizacional adequada ao propósito e melhora o desempenho do negócio.

Venha fazer parte da nossa publicação em um formato de artigo livre sobre o tema, onde você poderá desenvolver suas técnicas e ideias sobre a Gestão Estratégica do Capital Humano: Pessoas, Processos, Performance e Propósito.

Experiência do Cliente

Reflexos nos Negócios e nos Resultados das Organizações

A Experiência do Cliente, ou Customer Experience (CX) engloba todo o processo de contato em que os consumidores têm com uma empresa durante as etapas de vendas. No entanto, caso a parte de Atendimento ao Cliente não ofereça uma experiência diferenciada e personalizada, sem utilizar um formato que mantenha o relacionamento com o cliente a longo prazo – de nada adianta. Clientes satisfeitos mantêm-se fiéis. Quanto mais contente um cliente estiver com um produto ou serviço, mais tempo permanecerá fiel à marca. Como o cliente se sente quando interage com sua empresa é o fator decisivo em relação aos negócios que eles farão com sua empresa.

Os termos Atendimento ao Cliente e Experiência do Cliente são comumente confundidos ou usados de forma equivalente. No entanto, não são a mesma coisa (mas existe uma relação).

A diferença entre Atendimento ao Cliente e Experiência do Cliente é que, embora o Atendimento ao Cliente seja uma parte do processo – ligado na interação humana e no suporte direto aos clientes – a Experiência do Cliente é a soma de toda a jornada do cliente com sua empresa.

Clientes que têm suas expectativas superadas no relacionamento com empresas tornam-se naturalmente embaixadores e promotores das marcas. As empresas beneficiam-se com a captação de novos clientes por indicação e com o reforço positivo da reputação.

Nesta publicação, pretendemos mostrar a experiência de líderes, suas explanações, experiências, colocações e principais desafios sobre a Experiência do Cliente e o quanto ela tem mudado ao longo do tempo.

Memórias de Líderes da Alta Gestão - Vol. 4

Este livro tem o objetivo de biografar a história de líderes por meio de suas vivências, aprendizados e desafios da vida corporativa, assim como a visão de vida, e desta forma, deixando um legado intelectual para a sociedade, levando o leitor a refletir e se inspirar nos valores, conceitos e comportamentos da liderança corporativa.

A publicação é referência para os que estão no início da carreira, assim como para os líderes encontrarem soluções nas experiências compartilhadas. A obra é um verdadeiro compêndio de gestão, que apresenta cases do dia a dia da liderança.

A vida fica muito mais leve e ganha sentido quando os indivíduos possuem um propósito, o objetivo que os leva adiante. Essa missão, seja para conquistar ou criar algo, é a grande mola propulsora, a fonte criadora capaz de levar o ser humano a contribuir verdadeiramente para a sociedade e a vencer, a despeito das circunstâncias. Crises, para eles, são novos horizontes, formas de enxergar o mundo e os fatos sob outra perspectiva, muitas vezes, ignoradas pela maioria. Visionários, criadores de tendências, empreendedores, diversos são os nomes que os classificam, mas únicas são as habilidades que possuem. Seu tato para lidar com desafios é reconhecido na comunidade em que vivem, no Brasil e até em outras nações. Em empresas multinacionais, na atuação autônoma ou em empreendimentos próprios, constroem o presente e as bases para o futuro; um legado a ser observado por todos aqueles que têm sede de conhecimento.

Nas próximas páginas, você tem a possibilidade de beber dessas águas abundantes em experiências. Histórias estas repletas de atalhos; dicas estratégicas para se aprimorar, alavancar negócios, crescer na carreira e, mais do que isso, de muita empatia pelo semelhante. A cada capítulo e autor, um aprendizado diferente e a imersão em praticamente um curso sobre negócios, trabalho, profissão e vida, que começa com a aula magna já na apresentação desta obra, e sequer pode ser encontrado em qualquer especialização ou ao frequentar os bancos da academia.

LIDERANÇA ESTRATÉGICA - Vol. 2

O "NOVO NORMAL" NA VISÃO DE LÍDERES DA ALTA GESTÃO

A liderança estratégica não motiva apenas um indivíduo e sim, toda uma equipe para alcançar o mesmo objetivo. O verdadeiro lí­der sabe trabalhar com as diferenças levando sempre em consideração a valorização do capital humano.

O mindset da liderança estratégica já vinha passando por transformações. Qual a sua visão sobre a liderança estratégica diante do novo normal?

Quais requisitos comportamentais são necessários para o lí­der diante do novo normal? De que forma a tecnologia e a transformação digital são aliadas do novo normal? O que muda no comportamento do cliente com o novo normal? Como está o mercado de trabalho com o novo normal? O home office veio para ficar?

Quais aprendizados ficarão para a humanidade diante do novo normal?

Esses e outros questionamentos serão respondidos pelos lí­deres que deixarão mais um legado, compartilhado nesta publicação histórica.

Relatório de Impacto Reflora - Liderança Estratégica

Liderança Humanitária - Vol. 3

A Força do Propósito e da Felicidade no Sucesso das Pessoas e Organizações

Durante décadas os líderes eram conhecidos como “chefes”. Atualmente, o termo “líder” é o mais utilizado e adequado dentro das corporações. Após o Covid-19 no Brasil, o ambiente corporativo na maioria das empresas mudou e a liderança humanitária se tornou cada vez mais presente dentro das empresas. A figura do líder que inspira pelo exemplo e que mostra o caminho, conecta-se mais com o momento atual do que à imagem do chefe habitual. A antiga imagem do líder centraliza todas as tarefas e que trata seus funcionários como máquinas está desaparecendo. Atualmente, o líder humanitário coloca em primeiro lugar o bem-estar dos seus colaboradores, e almeja a retribuição de sua equipe com a preocupação de mais engajamento e produtividade pelo bem comum. O conceito do elemento humano para as organizações renovou conceitos antigos e ultrapassados de chefia. Os colaboradores “colaboram” e trabalham por “um bem comum” tanto para líderes como para seus colaboradores. O líder humanitário percebe as carências do ecossistema empresarial e se envolve nas oportunidades que definem ou atenuam estas dificuldades.

Para se tornar um líder humanitário, o profissional precisa apresentar em diálogo e atitudes uma maneira diferenciada e exclusiva de lidar com o grupo do qual é gestor, assim como exemplificar, sempre, pelo próprio exemplo. Membros são vistos como uma equipe, são motivados e estão sempre em constante sintonia com seu líder. Assim sendo, passam a funcionar em uníssono com o líder e todos desenvolvem-se de forma muito mais eficiente com o intuito de atingir metas – que são humanitárias para todos os envolvidos.

A liderança humanitária implica em escolhas que transformem recursos insuficientes em oportunidades abundantes que possam impactar as comunidades. O líder humanitário deve assumir a responsabilidade pelo trabalho com um propósito expressivo que está além dos números e lucros.

Relatório de Impacto Reflora - Liderança Humanitária

Felicidade no Trabalho - Vol. 2

Reflexos nas Pessoas e nos Resultados das Organizações

Quando se gosta do que faz, o tempo torna-se relativo. As horas passam rapidamente e toda a sua atitude torna-se mais positiva e vigorosa, e os resultados começam a acontecer. Não há obstáculos, só há soluções. Todos os problemas tornam-se aprendizados. Imagine, então, o oposto? Quando se detesta o que se faz e cada momento parece interminável? Qualquer problema torna-se uma intransponível montanha, qualquer mudança traz desalento por ter que mudar o ritmo automático em que se obriga a viver, e ter que renovar e inovar? Por fim, tudo resume-se horas árduas de sofrimento e passa-se a olhar para o relógio à espera de que o dia termine o mais rápido possível. Há aquele suspiro de alívio ao final do expediente e pensa-se: “Agora, só amanhã.”.

O ser humano vive na constante busca pela felicidade. Mas, o que é felicidade? É muito difícil definir felicidade, pois o que significa felicidade para um, pode não significar o mesmo para outro. No entanto, é notório que a felicidade é uma das principais motivações do ser humano. Mas será possível encontrar felicidade no trabalho? É possível equilibrar vida pessoal e profissional e ser feliz em ambas? É possível manter os colaboradores felizes e reter talentos, ter menor absenteísmo, e aumentar a produtividade?

O ambiente de trabalho é um fator fundamental para promover o bem-estar do colaborador. Cada vez mais as organizações preocupam-se em promover o bem-estar de seus colaboradores e criar um bom clima e cultura organizacional, equipes trabalhando engajadas em um bem comum, satisfeitos com o produto da empresa e que encontram propósito e orgulho pela empresa em que trabalham. Nos tempos atuais, os líderes devem estar constantemente atentos à felicidade organizacional no ambiente laboral, assim evitando ansiedade, absenteísmo, burnout ou depressão. Colaboradores felizes são mais motivados e compromissados. Felicidade traz benefícios para ambas as partes: produtividade, retenção de talentos e diminuição do turnover, entre outros.

A Felicidade no Trabalho gera resultados e impacta no sucesso das pessoas e no resultado das organizações.

ESG - Vol. 2

Pilares da Transformação Ambiental, Social e Governança

ESG significa “Environmental, Social and Governance” (Governança Ambiental e Social) e representa uma linha de critérios das melhores práticas ambientais, sociais e de governança de uma empresa, minimizando os impactos no meio ambiente, trazendo mais sustentabilidade e mais responsabilidade para as pessoas, e criando melhores métodos na administração.

O cuidado com o meio ambiente, a responsabilidade social e a adoção de melhores técnicas de governança são fatores que auxiliam o equilíbrio das empresas. Por esta razão, ESG tornou-se um termo bastante popular, com critérios de sustentabilidade onde investidores também analisam fatores ambientais, sociais e de governança de uma empresa.

O ESG é importante para as empresas que almejam um futuro mais sustentável e boas práticas de negócios, assim como para os investidores torna-se importante procurar investimentos que levem em consideração a sustentabilidade. O ESG torna-se uma métrica que avalia o desempenho das empresas em ESG que apresente vários benefícios, sobretudo para novos investidores.

Este é um tema contemporâneo que trazemos para inspiração e motivação dos líderes no comprometimento com a causa e com os pilares do ESG – Transformação Ambiental, Social e Governança.

Liderança Feminina

Inspiração, Crescimento e Transformação

Há séculos as mulheres precisam travar lutas diárias contra as diferenças. A luta por um lugar ao sol começou com as I e II Guerras Mundiais, quando os homens iam para as frentes de batalha e as mulheres passavam a assumir a gestão da família. Desde então, as mulheres têm lutado por reconhecimento às mesmas qualificações que os homens no mundo corporativo. No entanto, mesmo com dificuldades, as mulheres têm conquistado, passo-a-passo, seus espaços dentro das organizações.

Durante os anos 70, com a ampliação da economia e a rapidez da industrialização em um momento de grande crescimento econômico, apresenta-se às mulheres favorável condição à inclusão onde, então, a mulher começa, finalmente, a assumir o seu lugar ao sol. Desde então, cada vez mais, mulheres na liderança das empresas têm se tornado uma tendência em nossa sociedade. As líderes femininas tornam-se inspiração, e tornam-se referência para outras mulheres, fortalecendo a confiança de todas as outras, ao enxergar um futuro onde as mulheres possam tornar-se líderes e crescer em suas carreiras ocupando cargos de liderança. A liderança feminina tende ao equilíbrio, intuição e raciocínio dentro de uma instituição. Isso faz com que elas sejam mais eficazes ao motivar, engajar e ampliar o desenvolvimento de seus colaboradores.

Mulheres na liderança das empresas têm sido cada vez mais uma tendência em nossa sociedade. As empresas têm se preocupado em apresentar possibilidades mais igualitárias, disseminando uma cultura mais inclusiva em um ambiente mais diverso, com homens e mulheres, contribuindo para uma igualdade mais transparente e justa dentro das organizações. Empresas que mostram cargos de liderança mais próximos de um balanceamento entre homens e mulheres, têm mais chances de alcançarem retorno financeiro acima da média. Isso é devido a maior capacidade de mulheres analisarem problemas com caráter mais igualitário com a naturalidade sobre relacionamentos interpessoais, onde demonstram adaptação e eficiência em tomadas de decisão.

Nesta publicação, pretendemos mostrar as questões e principais desafios sobre como as mulheres os tem superado ao longo de sua carreira e que contribuíram com a sua ascensão à posição de liderança.

Diversidade e Inclusão

Os caminhos para uma gestão humanizada

A empresa que valoriza a diversidade passa a cumprir um papel social. O apoio à diversidade deve começar desde o processo seletivo em si. O aprendizado sobre a pluralidade que os colaboradores têm na empresa, é difundido diretamente na sociedade pelos próprios colaboradores. Quando convivem em outros lugares, compartilham os comportamentos de tolerância que utilizam em suas empresas, tornando-se assim, exemplos vivos para todos. O investimento em diversidade no ambiente corporativo é uma grande tendência no mercado atual.

Nas últimas décadas diversos movimentos sociais reivindicam a igualdade de minorias em âmbito global. A inclusão no mundo corporativo significa assimilar a importância do respeito e da valorização das diferenças e aplicar, verdadeiramente, o conceito de diversidade. Não basta apenas contratar profissionais de várias origens. Torna-se necessário aplicar a conscientização e a inclusão dessas pessoas estimulando o respeito entre elas. A retenção desses colaboradores na empresa positiva um ambiente de respeito, diverso e que favorece o clima interno.

O respeito e os direitos por categorias há muito estigmatizadas - como afrodescendentes, pessoas LGBTQIA+, mulheres, idosos, indígenas, pessoas com deficiência, o pluralismo da diversidade em si - representam uma multiplicidade cultural que se reflete em uma maior diversidade no ambiente corporativo.

Nesta publicação procuramos focar na equidade e tópicos que contribuam para que as políticas voltadas à Diversidade e Inclusão ocorram de forma igualitária para todos, assim contribuindo para um ambiente corporativo mais justo, inclusivo e com resultados positivos e expressivos para a organização.



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Alguns Líderes Biografados

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